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Brasil Maior, só com contrapartidas sociais

Noticias - Notícias
Seg, 08 de Agosto de 2011 09:07

Queremos o desenvolvimento da indústria brasileira e de todos os setores econômicos do País, afinal isso abre possibilidades para a geração de empregos e de geração de renda. Portanto, não somos contra as intenções do Plano Brasil Maior, anunciado no último dia 02/08 pelo governo Dilma.

Porém, queremos chamar a atenção para o fato de que, se o desenvolvimento da indústria abre possibilidades para a geração de empregos, não garante, por si só, que esses resultados se traduzam em justiça social e distribuição de renda.

O governo, em especial a área econômica, por vezes dá-nos a impressão de acreditar que a simples criação de novas vagas de trabalho é o bastante para melhorar a vida da população.

Não é. O Brasil ainda tem um mercado de trabalho caracterizado pela precariedade. Baixos salários, alta rotatividade, grandes taxas de informalidade, condições de segurança e saúde do trabalho ruins na maioria dos setores econômicos e uma jornada extensa que toma dos trabalhadores o tempo que teriam para se qualificar e viver mais com a família, para citar alguns dos problemas que a imensa maioria das pessoas vivencia na pele durante o período em que estão em serviço.

Podemos lembrar de outros problemas sérios para além do ambiente de trabalho mas que a ele estão profundamente ligados, como o transporte público que massacra legiões de trabalhadores na ida e na volta da lida diária, a saúde pública que continua devendo em qualidade e as dificuldades para prover a educação escolar dos filhos.

E o que um projeto como o Plano Brasil Maior tem a ver com isso, poderiam perguntar alguns. Tem tudo a ver.

O governo pretende abrir mão, através de cortes de impostos, de R$ 25 bilhões até 2012. Isso vai exigir um sacrifício de toda a sociedade, pois é dinheiro a menos no combate a problemas tão grandes como os já citados.

Se é para fazê-lo, que se associe a medida a outras que costumamos chamar de contrapartidas sociais. O setor industrial vai receber benefícios e essa é uma boa oportunidade para instituir essas contrapartidas. Do contrário, a sociedade vai se sacrificar para beneficiar um único grupo ou setor.

Resumo do artigo escrito por Artur Henrique, presidente da CUT. [Veja todo artigo]

 

Acidentes Relacionados ao Trabalho

Noticias - Notícias
Sex, 05 de Agosto de 2011 15:34

A Procuradoria Geral Federal (PGF), representando o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) em Sergipe, vai acionar cinco empresas sergipanas pedindo o ressarcimento de todos os gastos da Previdência com o pagamento de benefícios por acidente de trabalho. O órgão acredita que as empresas são responsáveis pelos acidentes por não cumprirem as normas de segurança no trabalho e pedirá a condenação delas na Justiça Federal.

“Queremos assim evitar que esses acidentes ocorram. A função desses processos é preventiva, principalmente para sensibilizar as empresas. Se comprovada a culpa das empresas o INSS não pagará sozinho”, disse o procurador-chefe da PGF, Gustavo de Moraes. Ele exemplificou citando um caso já julgado em que a Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso) foi condenada a devolver R$ 3,9 milhões ao INSS. “A ação foi ajuizada em 2008 e o resultado saiu em 2010. Foi um acidente de trabalho que gerou uma morte. A empresa foi condenada e pagou o passivo e atualmente ainda repassa o valor da pensão paga, cerca de R$ 700”, acrescentou Moraes.

Segundo dados do INSS, a cada hora são registrados 83 acidentes relacionados ao trabalho.

“Centenas de casos estão sendo investigados para se comprovar a culpabilidade da empresa com o acidente. É preciso que as empresas desenvolvam uma consciência que elas precisam investir em um ambiente de trabalho saudável e isso passa necessariamente pela segurança ampla dos seus trabalhadores”.

 

Torneio de Futebol Suíço 2011

Eventos - Eventos
Seg, 01 de Agosto de 2011 09:13

3LCP

3º lugar na "chave perdedores". WEG2. WEG TINTAS. (10/07/2011).

 

Cópia da documentação

Noticias - Dicas
Sex, 29 de Julho de 2011 09:24

Todos os dias, milhares de trabalhadores em indústrias sofrem algum tipo de acidente de trabalho. O acidente de trabalho é aquele que ocorre durante o exercício de suas atividades na empresa e provoca lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução, temporária ou permanente, da capacidade para o trabalho.

Quando um profissional sofre, portanto, um acidente de trabalho, este deve ser comunicado à Previdência Social, através de um documento de registro oficial dos acidentes de trabalho chamado de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho).

É importante lembrar que a empresa é responsável pela comunicação do acidente de trabalho até o 1º dia útil seguinte ao acidente. No caso de morte do trabalhador, a comunicação pode se dar por parte da empresa, dos dependentes da vítima, do sindicato a que seja filiado, do médico que o atendeu ou, ainda, qualquer autoridade, sem que isto, no entanto, isente a empresa de sua responsabilidade.

Todos os trabalhadores além de cópias dos atestados, tirem cópias de CAT a serem entregues na empresa, e se o médico do trabalho determinar pelo não acatamento do atestado ou do CAT, determinando a volta ao trabalho, que isto seja de pronto denunciado ao Sindicato.

No caso da empresa negar o atestado médico ou a CAT encaminhada pelo Trabalhador, esta, deve, por escrito, informando ao trabalhador os motivos da negativa, pois assim, estará assumindo todos os riscos de tal atitude.

Outra questão bem importante a ressaltar é a questão dos atestados médicos. Sempre que um profissional necessitar ir ao médico, principalmente em horário de trabalho, deve solicitar e, o médico tem o dever de fornecer, um atestado médico, no qual irá constar o que aconteceu, bem como, quanto tempo será necessário de afastamento.

Quando este trabalhador retornar a empresa e apresentar o atestado, o alerta é para que se faça uma cópia do documento para evitar transtornos futuros. Segundo a Lei, a entrega do atestado, é feita de forma que a empresa deva entregar um protocolo de recebimento, porém sabemos que é normalmente negado pelos representantes das empresas.

 
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